Eduardo Quive nasceu a 8 de Junho de 1991, na cidade da Matola, província de Maputo, em Moçambique, onde reside. É escritor e jornalista, actuando também nas áreas de curadoria e produção de eventos literários.
JORNALISMO & COMUNICAÇÃO
Começou por volta de 2010 o trabalho na área de comunicação, dedicando-se ao jornalismo cultural a partir de 2012, com passagens por jornais, revistas e até por televisão.
Durante dois anos dedicou-se à crítica literária na imprensa moçambicana, publicando nos jornais Sol, Notícias e Debate.
Editou o RADAR – Newsletter semanal sobre Arte, Criatividade e Inovação do festival Maputo Fast Forward, escreve para a ÍNDICO – revista de bordo das Linhas Aéreas de Moçambique e é coordenador de comunicação da Fundação Fernando Leite Couto.
Tem artigos publicados igualmente na imprensa estrangeira, sobre artes e literatura, entre elas, a revista africana de literatura Britle Paper, na revista Sábado e Buala, de Portugal.
Foi director editorial da revista LITERATAS e desde 2018 que é empreendedor na área da Cultura. E é co-fundador da plataforma de autores moçambicanos e editora CATALOGUS.
Em 2018 colaborou na organização da exposição internacional World Press Photo para a sua realização em Maputo, trazida pela Embaixada do Reino dos Países Baixos.
LITERATURA
Publicou o livro de contos Mutiladas (Catalogus, 2024), Para onde foram os vivos (poesia, Alcance Editores, 2022); Lágrimas da Vida Sorrisos da Morte (poesia, Literatas, 2012).
É Co-autor do livro Estórias para além do tempo – Paulina Chiziane entre Moçambique e Brasil (Ensaios, Instituto Guimarães Rosa Maputo, 2023); Co-autor do livro Brasil & África – Laços Poéticos (Poesia, Editora Letras, 2014); co-organizador das colectâneas Contos e crónicas para ler em casa vol. I e vol. II (Literatas, 2020). Em 2020 co-organizou o livro O Abismo aos pés (Literatas), com entrevista a 25 escritores lusófonos sobre a iminência do fim do mundo, em pleno pico da pandemia do novo coronavírus.
Em 2022 esteve em residência literária em Lisboa, após vencer o programa de Residência Literária Maputo-Lisboa, do Camões – Centro Cultural Português em Maputo e da Câmara Municipal de Lisboa.
Em 2024 foi seleccionado e participou do Workshop de Escrita Criativo da CANEX, liderado por Chimamanda Ngozi Adichie, durante 15 dias, em Aburi, no Gana.
Em 2025 foi autor residente na Sangam House, em Bangalore, Índia, onde foi concluir o seu romance.
Foi curador e produtor, entre outros, do Festival Literário Resiliência (2019-2021), Feira do Livro da Livraria Minerva (2015-2019), Anonimus – Manifesto Literário e do programa Novas Narrativas para Moçambique, na Casa do Professor na cidade da Matola.
Orienta oficinas de escrita e leitura em colaboração com várias instituições e organizações.
Seu trabalho inclui colaboração com artistas de diferentes disciplinas, entre a dança contemporânea e artes plásticas, escrevendo textos para catálogos e para representação em jeito de performance.
Mantém, através das suas redes sociais Facebook e Instagram, publicações de leitura de livros de autores moçambicanos, como parte da sua contribuição para a divulgação da literatura moçambicana.

