Textos e Contextos

  • My Love que te quero e que te odeio

    My Love que te quero e que te odeio

    Num ano desses de que já não me lembro agora, e não me quero dar ao trabalho de ir ao Google para resolver essa lembrança, com a Patrícia Reis em Maputo, assim, numa daquelas perguntas de praxe no jornalismo, perguntei se se lembraria de Maputo e o que lembraria. Minto (agora lembrei-me, afinalpubliquei essa conversa Read more

  • Para não dizer que não falei das mulheres

    Para não dizer que não falei das mulheres

    Podia escrever sobre Cabo Delgado. Mas custa-me falar assim das minhas dores, das minhas incompreensões e das imprecisões de quem não devia calar. Já a minha mãe contou-me da guerra civil, do que aconteceu em Gaza, do meu avó que quando todo mundo corria para o mato, ele se sentava com o seu neto pequeno, Read more

  • Gabriel Chiau, tanto faz se falecer não é morrer!

    Gabriel Chiau, tanto faz se falecer não é morrer!

    Estava de pé no pequeno murro que impede os transeuntes a cruzar a casa de madeira e zinco, num asfalto que quase pede licença ao quintal de areia, na Av. Marcelino dos Santos. De um chapéu na cabeça e um casaco axadrezado, com uma bengala na mão, vê-se o corpo de um homem que levanta Read more

  • Monólogos da ausência

    Monólogos da ausência

    Hoje é quarta-feira. Quase podia escrever sobre o silêncio, da surdez dos esquecidos ou das flores lá fora desamparadas, dos pássaros confinados no peso da noite que vai leve para os ventos, da janela descortinada quase que desconseguindo separar a rua de cá dentro, das couves que crescem excluídas do olhar de quem as quer Read more

  • Suzy Bila: “nua e crua”

    Suzy Bila: “nua e crua”

    Suzy Bila é uma artista complexa, que consegue unir o conceptual e o devaneio, a lembrança e o sonho, que faz confundir a saudade e a nostalgia, ou a crítica e a constatação. É uma artista existencialista. Suzy Bila é um nome que circula distante do horizonte comum das galerias de Maputo, a cidade que Read more

  • Emília Duarte reflecte as relações humanas… ou o que sobra delas

    Emília Duarte reflecte as relações humanas… ou o que sobra delas

    É o primeiro passo pelos próprios pés e sem companhia. Emília Duarte, na sua primeira exposição no CCBM – Centro Cultural Brasil-Moçambique (Abril, 2020) intitulada “Desconexão através da conexão”, coloca-se para o olhar do público sobre aquilo que se “vê” todos os dias, mas que os olhos, que estão preocupados com seus próprios egos e Read more

Sobre

EDUARDO QUIVE é jornalista e escritor, baseado em Maputo. Sou trabalho inclui a produção de reportagens multimédia. É autor de dois livros de poesia, um de contos e co-autor de e co-organizador de mais de cinco colectâneas de contos. Ler Biografia

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